quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Pesquisa sobre danças populares

Como parte do Projeto: Diversidade Cultural a turma do 5º Ano A, realizou uma pesquisa sobre as danças populares do Nordeste. A pesquisa mostrou que a cultura nordestina apresenta características das três diferentes etnias que formaram o povo nordestino: índios, negros e europeus, motivo pelo qual tornou-se muito rica e diversificada.
O estudo das riquezas desse povo, suas raízes culturais, foi uma ótima oportunidade para os alunos perceberem que os aspectos sociais da região nordeste trazem elementos próprios, principalmente  na  dança.
Para o desenvolvimento da pesquisa foi necessário muita discussão e debate na sala de aula, o resultado da pesquisa foi apresentado em forma de seminários e apresentações de vídeos das principais danças do Nordeste. 

Fotos da Atividade













Danças do Nordeste
1 Bahia (BA) Maculelê - Dança executada por homens que dançam e cantam sob o comando de um mestre chamado 'macota'. Surgiu no período colonial para comemorar a boa fase de colheita. Essa dança também usa bastão e os instrumentos utilizados são os atabaques, pandeiros e violas. As músicas começam com o mestre e os outros respondem em coro.
Capoeira - chegou no século XVI ao Brasil, com os escravos africanos. Sua prática era aplicada com os pés e a cabeça para defenderem-se dos europeus, lutavam com as mãos, tanto para o ataque quanto para defesa.
2 Piauí (PI) Reisado- Dança típica de todo o estado do Piauí, é festejada a partir do Natal até o dia de Reis. São cerca de seis pessoas mascaradas que deixam a dança mais animada e alegre. Todos cantam ao som de uma música para chegada e despedida. São vários personagens como a Caipora, o Jaraguá, a Burrinha e a Cigana que vão dançando e se apresentado durante o Reisado. Além disso, ela é acompanhada de instrumentos (violão, sanfona, banjos, etc.).
3 Ceará (CE) Maneiro-Pau- Essa dança surgiu no interior do Ceará, provavelmente por influência dos cangaceiros. Os dançarinos portam pedaços de madeira que são batidos no chão seguindo o ritmo das músicas que são cantadas pelos participantes.
4 Maranhão (MA) Tambor de Criola - Essa dança é de origem africana, os passos são descontraídos. Ela pode ser executada ao ar livre. As dançarinas buscam estar de saias rodadas e coloridas, blusas rendadas com decotes além de colares e pulseiras coloridas. Já os homens utilizam camisas com estampas e calça mais escura. o Tambor de Crioula foi reconhecido em 2007 como Patrimônio Imaterial Brasileiro pelo IPHAN.         
5 Pernambuco (PE) Frevo - Essa dança pode ser encontrada em muitos estados do nordeste; porém, é mais significante em Pernambuco. O frevo surgiu da união de vários estilos brasileiros como a quadrilha, o maxixe e o galope. Ele pode ser executado por qualquer pessoa de idades distintas. As coreografias são variadas e exigem que o dançarino execute passinhos, rodopios, malabarismos e gingados. As mais executadas são: tesoura, dobradiça, pernada, carrossel, parafuso, dentre outras. O frevo é considerado Patrimônio Nacional Imaterial.
Xaxado é uma dança popular brasileira originada no Sertão de Pernambuco. Foi muito praticada no passado pelo cangaço da região, em celebração às suas vitórias.
Baião - Dança e canto típico do Nordeste, inicialmente era o nome de um tipo de festa, onde havia muita dança e melodias tocadas em violas. Este gênero musical que era restrito ao sertão nordestino, passou a ser conhecido em todo Brasil, por intermédio do sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga, quando gravou em 1946, seu primeiro grande sucesso Baião. 
Ciranda - é um tipo de dança e música de Pernambuco. É originada mais precisamente na Ilha de Itamaracá, através das mulheres de pescadores que cantavam e dançavam esperando eles chegarem do mar. Caracteriza-se pela formação de uma grande roda, geralmente nas praias ou praças, onde os integrantes dançam ao som de ritmo lento e repetido.
Bumba-Meu-Boi - O Nordeste é considerado berço das principais variedades, tais como: boi calemba, bumba (Recife), boi-de-reis, boi-bumbá (Maranhão, Pará, Amazonas), Três pedaços (Porto da Rua, Porto de Pedras) em Alagoas. A narrativa encenada sobre o boi é muito semelhante nas diferentes regiões do país. No Maranhão, o boi é tocado com pandeirões e roncador (uma cuíca enorme, de som grave).
6 Rio Grande do Norte (RN) Araruna - Dança de pares formando círculos concêntricos e executando passos laterais. No estribilho, dão meia-volta em torno de si mesmos, batem os ombros, terminando com forte batida de pé. A letra da canção faz referência a um passo de mesmo nome, oriundo do Pará. O acompanhamento musical é feito com viola, violão, pandeiro e acordeão. No Rio Grande do Norte apresenta-se em calendário flexível. No Amazonas, com o nome de Iraúna, inclui pequena encenação, e a banda musical é composta por tambores, cavaquinho, violão e, às vezes, um clarinete, sendo dançada durante as festas juninas.
7 Sergipe  - Dança de São Gonçalo  – dança religiosa, organizada em pagamento de promessa devida a São Gonçalo. O promesseiro é quem organiza a função, administrando todo o processo necessário à realização deste ritual. Em Sergipe essa dança é executada somente por homens. A única mulher presente não tem papel ativo. Este grupo é constituído por: “Patrão”, “Mariposa”, “Tocadores”, “Dançadores”. Patrão e dançadores usam trajes especiais. O primeiro veste-se de marinheiro, por influência do mito; os demais usam indumentária que revela influência árabe: anáguas e longas saias floridas, blusa de renda branca cavada, xale colorido em diagonal no peito, turbante envolvido em fitas multicores, colares e pulseiras. A coreografia consta de uma série fixa de evoluções que se repete a cada jornada.
8 Alagoas - Coco Alagoano é uma dança cantada, sendo acompanhada pela batida dos pés ou tropel. Também é denominada de PAGODE ou SAMBA. Surge na época junina ou em outras ocasiões que se quer festejar acontecimentos importantes nas comunidades rurais. Por ocasião da tapagem de casa, o coco aparece em todo o seu esplendor. Tem origem africana, filiada ao batuque angola-conguense. Talvez tenha surgido na zona fronteiriça de Alagoas e Pernambuco, no cordão de serras ocupadas no século XVIII pelo célebre Quilombo dos Palmares.
9 Paraíba - Forró é um ritmo e dança típicos da Região Nordeste do Brasil, São tocados, tradicionalmente, por trios, compostos de um sanfoneiro (tocador de acordeão, que no forró é tradicionalmente a sanfona de oito baixos), um zabumbeiro e um tocador de triângulo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. Rio de Janeiro: Ed. Melhoramentos, 1976, 4ª ed.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Pesquisa sobre medicina popular

Como parte do Projeto: Diversidade Cultural a turma do 4º ano A realizou uma pesquisa sobre as plantas medicinais e apresentou o resultado da pesquisa em forma de seminário, exposição de cartazes e degustação de chás.  
A Medicina Popular no Brasil é uma prática muito antiga, bem antes dos primeiros portugueses aqui chegarem ,ela já era praticada e muito bem conhecida pelo índios que habitavam o Brasil já a muito tempo. Quando os Portugueses chegaram no Brasil, já utilizavam-se do uso das plantas medicinais .O conhecimento indígena também muito apurado contribuiu com a grande maioria de plantas para serem utilizadas como medicamentos. São várias as maneiras de utilizá-las, em chás, garrafadas, xaropes, cheiros e defumadores, em banhos e em banhas. A grande maioria das pessoas de uma comunidade conhecem e usam as plantas medicinais, são conhecimentos sempre transmitidos dentro de uma família,especialmente entre as mulheres.

Fotos dos Trabalhos

















sábado, 30 de julho de 2016

Visita da Coordenadora do PIP






No dia 29 de julho de 2016 no turno vespertino a Escola recebeu a visita da Coordenadora do Projeto de Inovação Pedagógica-PIP, a visita foi dividida em dois momento: no primeiro momento a coordenadora visitou todas as sala de aula das turmas contempladas com o PIP (4º anos A e B, 5º anos A e B), conversou com os alunos, reforçando a importância do projeto para eles e para a escola.   No segundo momento foi realizada uma reunião com os professores a  gestão e a coordenadora da escola que apresentou tudo que foi produzido em relação ao portfólio.  
         O Projeto de Inovação Pedagógica-PIP que tem como objetivo criar condições para atender as necessidades de aprendizagem dos estudantes durante o ano letivo de 2016, formando leitores críticos e reflexivos para a escola e para a vida, através de um currículo integrado e de uma metodologia inovadora, fazendo uso das novas tecnologias, visando diminuir o índice de reprovação e de distorção idade/série. 
         O PIP é uma oportunidade que os professores, gestão e coordenação da escola terão para desenvolver atividades inovadores, a partir das suas necessidades e realidades, no intuito de ajudar a minimizar os problemas de aprendizagens enfrentados pela escola, além de possibilitar a melhoria e fortalecimento da participação docente e discente e a redução da evasão escolar. O Projeto conta com apoio financeiro do Banco Mundial para a compra de recursos educacional  Inovadores.

Fotos do 1º momento da visita







 

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Projeto: Olimpíadas




INTRODUÇÃO:
O esporte de um modo geral sempre fez parte do dia a dia das pessoas e esteve muito presente na nossa cultura, influenciando o comportamento, transmitindo valores e modificando atitudes.
A realização das Olimpíadas no Brasil é uma oportunidade não só para a promoção dos esportes que delas fazem parte, mas também para o esporte de modo geral e para a divulgação da nossa diversidade cultural e queremos que os alunos, reconheçam a importância do esporte como um momento de união entre todos os povos, onde são superadas diferenças culturais, sociais, raciais, religiosas, políticas e também as guerras.
A educação e o esporte não podem se separar, nesse sentido, é fundamental ampliar as oportunidades para a prática esportiva nas escolas. Além das questões ligadas ao corpo, a prática esportiva e as experiências vivenciadas através dela, contribuem significativamente para a formação integral dos alunos, pois possibilitam e favorecem uma maior sociabilidade, solidariedade, cooperação trabalho de equipe e integração entre os alunos dentro das escolas.

JUSTIFICATIVA
Por ser um evento esportivo histórico, pois promove a união de todos os países e reunião de atletas de várias modalidades esportivas num só lugar, surge a necessidade do tema ser trabalhado em sala de aula e dentro da escola.
Além disso, é sabido que, a prática esportiva é uma ótima forma de  terapia. Por isso, cabe a escola e nós professores, estimular em nossos alunos a prática desportiva, favorecendo assim, a melhoria da qualidade de vida.


PÚBLICO ALVO: Todos os alunos da escola. Este projeto é destinado a Educação ao Ensino Fundamental I.

DURAÇÃO: 3º bimestre



OBJETIVOS GERAIS
Envolver os alunos em atividades saudáveis;
Resgatar valores, autoestima, integração escolar e social, respeito mútuo;
Reconhecer, valorizar e respeitar a diversidade cultural;
Desenvolver espírito esportivo e gosto pelo esporte;
Incentivar o espírito esportivo e o trabalho coletivo;
Estimular a prática de atividades físicas, visando à saúde e o bem estar;
Estimular o desenvolvimento motor, cognitivo, afetivo e social nos alunos;
Estimular a cooperação e a socialização;
Estimular a competição saudável, valorizando as conquistas para superar os desafios, adquirindo o senso crítico para a aceitação dos resultados (ganhar ou perder), respeitando as regras de uma competição;
Desenvolver e estimular a curiosidade e o interesse por outras culturas.
Mostrar a importância do esporte como fonte de saúde física e mental;
Perceber e aceitar as regras como forma de organização e disciplina da própria vida.
Conhecer as várias etnias e culturas, valorizá-las e respeitá-las;
Repudiar a discriminação baseada em diferenças de raça, religião, classe social, nacionalidade e sexo;
Enfocar a pluralidade cultural;
Abordar a união dos povos pelo esporte;
Reforçar o espírito patriótico.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Conhecer as variadas modalidades esportivas;
Conhecer a história e a origem das Olimpíadas, os jogos, as modalidades da época e os trajes usados nas competições antigamente;
Relacionar as modalidades esportivas;
Identificar as diversas modalidades esportivas;
Caracterizar cada uma das modalidades esportivas apresentadas;
Conhecer as regas que compõe cada modalidade.
Conhecer, respeitar e valorizar  a cultura de cada País envolvido no evento;  
Reconhecer a importância  da história de nosso País em olimpíadas anteriores;
Compreender e respeitar  a necessidade  do trabalho coletivo;
Identificar os países que se classificaram para as Olimpíadas – Rio 2016;
Conhecer as contradições de nosso país;
Conhecer as características econômicas e políticas de cada país participante das Olimpíadas,
Divulgar, valorizar e conhecer as culturas existentes nas diversas regiões do Brasil;
Identificar por meio de pesquisas as danças, músicas, comidas, roupas e pontos turísticos tradicionais de cada país;
Identificar os países através da bandeira e cores;
Identificar as contribuições que os países participantes das Olimpíadas – Rio 2016 trarão ao Brasil.
Valorizar o respeito à diversidade cultural e social.

CONTEÚDOS PROPOSTOS:
Pesquisas;
Atividades orais e escritas;
Roda da Conversa;
Roda da Novidade;
Dramatizações;
Danças;
Coreografias;
 
Brincadeiras rítmicas;
Ginástica;
Ginástica cantada;
Esquema corporal;
Atividades de expressão corporal;
Textos espontâneos;
Teatro;
Vídeos;
Histórias;
Palestras;
Músicas;
Brincadeiras;
Produção de textos;
Painéis;
Murais;
Cruzadinhas;
Bingos;
Dominós;
Caça-palavras;
Quebra-cabeças;
Jogos da memória;
Atividades em folha;
Atividades individuais e coletivas;
Exposição de trabalhos;
Exposição de cartazes;
Esportes.

ESTRATÉGIAS:
Pesquisas sobre as modalidades esportivas;
Pesquisas sobre a origem das Olimpíadas;
Pesquisas sobre o Mascote das Olimpíadas: como e porque foi escolhido;
Pesquisas sobre os países que participarão das Olimpíadas 2016;
Pesquisas sobre o país e cidade sede das olimpíadas, pesquisando sobre a sua cultura e curiosidades;
Pesquisa sobre as Bandeiras dos países que participarão das Olimpíadas 2016;
Regras de cada esporte;
Produção de texto coletivo;
Interpretação de textos;
Produção de textos individuais e coletivos;
Leitura informativa: impressa ou virtual;
Pesquisas em jornais, livros, revistas ou Internet;
Exposição de  textos em murais;
Exposição de cartazes;
Música oficial das Olimpíadas 2016;
Decoração da escola e da sala de aula;
Pesquisa sobre curiosidades olímpicas;
História das Olimpíadas;
Mural de notícias: com recorte e colagem de noticiários diários;
Textos jornalísticos;
Pesquisa sobre a alimentação de um atleta;
Pesquisa sobre a importância da prática de esportes;
Dicas saudáveis para cuidar do corpo e da mente e de alimentos que fazem bem para o nosso corpo.

RECURSOS:

HUMANOS
Equipe escolar;
Professores;
Pais de alunos;
Alunos.

MATERIAIS:
Textos;
Materiais esportivos;
Rádio e CDs;
TV;
Vídeo;
Lousa;
Quadra esportiva;
Papel sulfite;
Pinceis;
Lápis de cor;
Cola;
Tesoura;
Fita métrica;
Bandeiras;
Xerox;
Computador;
Impressora;
Réguas;
Painéis para mural.
Livro de História;
Livros;
Mapas;
Globo terrestre;
Revistas;
Textos diversos;
Filmes;
Internet;
Lápis;
Cadernos;
Cartazes;
Sucatas;
Papel;
Blocão;
Pintura a dedo;
Gibi;
Filmes;
Fotografias;
CD ROOM.

PRODUTO FINAL
Mini olimpíadas na escola;
Exposição de trabalhos realizados pelos alunos;
Exposição de painéis e murais confeccionados pelos alunos.

AVALIAÇÃO
A avaliação será no decorrer do projeto, simultânea e permanente, através da observação e registro do professor, mediante a participação dos alunos.
A avaliação também está no próprio resultado do trabalho. Verificando nas falas dos alunos durante as atividades o aprendizado e desenvolvimento da oralidade e da expressividade, onde será possível verificar se houve êxito nos objetivos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:
Projeto sujeito à flexibilidade, portanto poderá ser mudado ou acrescentado, de acordo com as expectativas da classe.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Educação Física. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília : MEC/SEF, 1998.

______. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil: conhecimento de mundo. Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.